Três dias são suficientes para sentir o ritmo da Rota sem correr. A regra de ouro: organize os dias em torno das marés, deixe as manhãs para a água e as tardes para a sombra.
Antes de ir: a melhor época e as marés
As piscinas naturais dependem da maré baixa, mais forte nas semanas de lua cheia e nova. Se puder, escolha essas datas e reserve a manhã de maré mais baixa para o passeio de jangada.
Dia 1 — chegada, praias e o pôr do sol
Chegue sem pressa. Caminhe pela Praia de São Miguel dos Milagres, sinta a água e observe as jangadas. No fim da tarde, procure um trecho tranquilo para ver o sol descer.
Dia 2 — piscinas naturais e o peixe-boi
Reserve a manhã, na maré baixa, para as piscinas naturais. À tarde, siga para Tatuamunha e visite o santuário do peixe-boi, na foz do rio — passarelas sobre o mangue e um passeio de jangada, mais bonito ao entardecer.
Dia 3 — vilas, mesa e descanso
Guarde o último dia para o Patacho e para uma refeição sem relógio: frutos do mar com os pés na areia, um café à sombra dos coqueiros, e o tempo que sobrar para não fazer nada.
Onde ficar
Nossas casas, Guaraci e Jurema, ficam em São Miguel dos Milagres, a cerca de 500 m do mar — a base ideal para um roteiro assim.

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